Trajetória

cris1Cristina Rascón Castro
(Sonora, México, 1976)
Escritora, economista e tradutora literária.

Autora dos livros de contos El agua está helada (ISC, 2006), Cuentráficos (ISC, 2006), Hanami (Tierra Adentro, 2009) e Puede que un sahuaro seas tú (FORCA, 2010), explora temas como migração, viagem, solidão, metaficção, as mulheres e seus limites pessoais, enquanto leva as experiências de crescer na fronteira Sonora / Arizona e ter vivido na Áustria, Brasil, Canadá, China e Japão. A partir de suas literaturas, geografias e mundos linguísticos, Cristina cria sua própria ficção e poesia.

Como tradutora de poesia japonesa em espanhol, publicou o livro Sin conocer el mundo, do poeta Shuntaro Tanikawa (Plan C, 2007) e Dos millones de años luz de soledad (UAM, 2012), do mesmo autor. Também traduziu a poesia de Mitsuo Aida, Tawara Machi e Ishigakirin do japonês para a mídia latino-americana. Cristina traduze também poesia de Inglês, Português e Francês.

Na área de economia, é autora do livro Para entender la economia del arte (Nostra, 2009). Publicou uma análise do mercado cultural e o impacto das atividades culturais no sul de Sonora (Cajeme 2020, México), o impacto da utilização dos recursos energéticos nucleares na América Latina (AIEA, Áustria / Argentina) e o impacto do microcrédito para mulheres no sul de Sonora (Grameen de la Frontera, México).

Ela foi recebeu o Premio de conto da América Latina “Benemérito de América”, o Prêmio Regional de Literatura do noroeste, e o Prêmio Livro de Sonora, entre outros reconhecimentos nacionais e internacionais nos gêneros de ficção e poesia. Cristina foi convidada para as residências artísticas internacionais: do governo de Quebec e do Conselho de Artes do Canadá; da associação de escritores de Xangai; do Instituto Sacatar, no Brasil; e pelo Fondo de Cultura Econômica/ITESM para o programa Writers’ Lab on the Border, Tijuana/San Diego. Por diversas vezes recebeu apoio do Fundo Nacional de Cultura e das Artes do México (FONCA) e recursos financeiros do seu Estado (FECAS), para projetos de tradução literária, residências e trabalho de narrativa.

Cristina é Mestre em Políticas Públicas pela Universidade de Osaka, no Japão -onde também concluiu o Diploma de Estudos Asiáticos pela Universidade de Estudos Estrangeiros de Kansai- e bacharel em Economia pela ITESM Campus Monterrey, no México. Ela tem sido consultora para as Nações Unidas e associações civis mexicanas, e também professora universitária. No sul de Sonora criou e coordenou o Primeiro Concurso Literário de Cajeme Jiosiata Nooki, bilíngue (Espanhol-Yaqui), como um projeto de desenvolvimento baseado na criatividade e diversidade cultural, integrando escritores indígenas de sua região.

Sua obra foi traduzida nos gêneros haikai, poesia e narrativa para publicações, leituras e antologias na Áustria, Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, Índia, Japão, México e Peru. Ela ministra cursos sobre literatura japonesa e oficinas de escrita criativa no México e em outros países. Atualmente, Cristina é membro do Sistema Nacional de Criadores de arte no México (SNCA / FONCA / CONACULTA).

Comments (3)

  1. Cristina: Tu curso de Haikú me abrió las puertas a un mundo desconocido, como es el lejano Japón. Desarrolló dentro de mí habilidades dormidas que hasta la fecha llevo a la práctica y me lleva a producir cada día con más interés y gusto. Te felicito por esos dos libros de haikús de tu autoría que están por salir a la venta y por la iniciación de curso de haikú en línea. No dudo que serán una gran motivación espiritual y práctica para tus futuros alumnos. Un abrazo con mis mejores deseos para un futuro inmediato.

  2. Hello Cristina,
    Your name came up as I was conducting research on my family history. My father’s paternal side is Rascon. I am the great, great granddaughter of a Eugenio Rascon. He was a General in the Mexican army for many years under President (dictator) Diaz, leading up to the Mexican Revolutionary War. His son Waldo Rason was the second secretary at the Mexican Ambassy in Japan. I don’t know the exact timeframe that Waldo worked there, but his son (my Grandfather) was born in Japan in 1906 while he was still working at the Ambassy. Does this match with what you know about your family history? Thank you for your time.
    Christina Rascon

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